Aprenda a aceitar o sucesso alheio e será mais feliz…

20 de setembro de 2016
Comportamento

Poderia ser mais um post da série “cenas da minha vida”, mas aí euteria que expor demais a situação e as pessoas nela envolvidas. Então vamos apenas refletir…

Uma das coisas que eu aprendi nessa vida, e olha… não foi fácil (!) , foi admitir que sim as pessoas são demasiadamente invejosas. Nunca quis me colocar no centro das atenções, pelo contrário, vivo querendo passar meio despercebida na multidão (por mais que isso pareça mentira, dada a notoriedade que a gente ganha quando está na internet). Mas fato é que pra mim, a vida é simples e a felicidade alheia não me incomoda, inspira.

Infelizmente nos últimos anos me dei conta que esse meu mundo de Alice estava desabando. Trabalhar com moda e internet me trouxe oportunidades incríveis e conheci MUITA gente que jamais conheceria se continuasse no Direito, mas aí veio também a triste realidade de que não existe amor e nem compaixão nesse meio. Cada seguidor a mais que você ganha é motivo para desconfiança e fofocas.

Ou seja: Ninguém acredita que você pode simplesmente ser boa no que faz. As pessoas só acreditam em coisas ruins e teorias loucas de conspiração.

Eu não gosto disso.

E essa semana vivi uma experiência que me lembrou muito isso… alguém se dá bem, o outro vem e aponta um erro, uma suposição, uma desconfiança… aquilo me trouxe um sentimento tão ruim, uma bad vibe sabe?

Será mesmo que vale a pena viver procurando erros no outro e motivos para apontar? Será que isso faz a gente feliz? A mim, não.

E o que quero compartilhar hoje é isso: Eu sempre fui muito desencanada… minha memória é curta e eu esqueço até os segredos que as pessoas me contam. Muitas vezes já me achei tonta, besta… mas aprendi que esse é meu jeito de ser leve e feliz.

Não desperdiço meu tempo vendo o que uma pessoa fez de ruim. Comemoro com ela aquilo que é bom. Não vai agregar nada na minha vida ficar apontando e disseminando possíveis erros e fraudes na conduta do outro… ao contrário, só levanta sentimentos ruins.

Nosso corpo está intimamente conectado com nossos sentimentos, a boca fala o que temos dentro de nós…. se você fala coisas ruins, alimenta seu corpo com coisas ruins, põe pra fora aquilo que tem. E eu prefiro ter coisas boas.

Posso ser tonta, muito boazinha… mas já me bastam as dificuldades da vida, o orçamento apertado e o desgaste de conquistar meus sonhos. Não quero ainda ter que perder tempo e energia observando a vida do outro…

Sejamos felizes e menos desconfiados de tudo! Não adianta sofrer por suposições… sofra pelo o que vale a pena, e o se o outro está errado certamente um dia colherá as consequências.

Eu quero observar o céu, as estrelas, o verde e o pôr-do-sol… agradecer e contemplar a maravilha que é a vida… a minha vida… porque é nela que trabalho todos os dias a fim de construir um futuro do qual me orgulhe.

“O que não te desafia, não te transforma”

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Look do dia: Sendo uma mocinha dos anos 50 em 2016

15 de setembro de 2016
Moda

Esses últimos dias acabei respirando tanta informação de moda que veja só, rendeu um look do dia temático para o blog! Tive um almoço no Skye Bar que fica no rooftop do Hotel Unique e achei que era o momento para dar aquela inovada com as peças do guarda-roupa… além é claro, de me sentir um pouco fashionista!

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To levando a vida no automático….

13 de setembro de 2016
Comportamento

Todo esse processo e período de mudança na minha vida veio como um tsunami, derrubando antigos valores, varrendo amizades desnecessárias, arrancando da minha vida a segurança de um amor falido e tudo o que eu tinha como padrão de vida cor-de-rosa, nos últimos 30 anos.

Não é fácil e já disse isso aqui mais de uma vez, mas tem dias que parece ainda mais difícil… De vez em quando me percebo pensando em nada. Absolutamente nada. Simplesmente andando, ou sentada na sala há horas… sem fazer NADA.

Esse monte de nada e momentos coreografados acabam fazendo com que eu esteja vivendo no automático. Sabe quando você simplesmente vai? Parece que o vento te empurra, alguma força sobrenatural te impulsiona pra sair da cama e lá começa a coreografia: Toma banho, se arruma, come, trabalha, reclama do trânsito, vai pra academia, pra terapia, pra aula, domingo é dia de faxina, assiste netflix e começa tudo de novo…

Já errei caminhos inúmeras vezes, dirigindo com a cabeça tão em outro lugar que quando vejo, estou numa rua que não sei como cheguei e preciso dar aquela sacudida na cabeça para voltar a raciocinar e encontrar o caminho de casa.

Hoje, num desses momentos de inércia ao volante, eu bati o carro. Não foi nada grave, mas me deu um desespero enorme! Como eu pude não ver um carro enorme na minha frente? Porque meus pensamentos andam tão lentos? Porque a vida às vezes parece ser tão rápida, mas também tão lenta e eu me vejo nesse filme em câmera lenta onde todos os meus movimentos já foram previamente desenhados?

Pedi mil desculpas à motorista da frente, ela foi um doce! Não aconteceu nada demais e eu voltei para o caminho de casa.

Não sei se vai ser assim por muito tempo ainda, mas faço a analogia com a minha vida… andando lentamente, trombando em coisas grandes de vez em quando, porém tentando sair ilesa de tudo isso e o mais importante: Encontrando o caminho certo a seguir.

Você também sente que está vivendo no automático?

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Cenas da minha vida: O casamento em que deu – quase – tudo errado!

8 de setembro de 2016
Comportamento

Não sei se vocês já perceberam pelas redes sociais (snap e stories no instagram), mas eu sou uma pessoa absolutamente atrapalhada! Se algo nesse mundo tiver que dar errado, pode ter certeza que será comigo. É impressionante! E aí resolvi que de vez em quando vou contar essas pequenas trapalhadas da vida aqui para vocês, ok? Cena da minha vida 1: O casamento da amiga Nathália.

Então, vamos lá: Uma amiga resolve anunciar em janeiro, que irá casar em agosto (!) Só pela proximidade e conhecimento da velocidade do tempo eu já estou ansiosa. OMG, preciso pensar num look lindo e elegante, a amiga é chique, o bofe também, pessoal do interior super se arruma… e assim vamos nos primeiros meses de preparativos.

No meio do caminho: Separação. Muda tudo, agora quero um vestido BAPHO, decotão e sensualidade, quem sabe rola de pegar um campineiro né minha gente? Sou louca pra morar no interior mesmo… passam-se mais alguns meses.

A vida de solteira não é tão simples assim, o orçamento ta mega baixo e eu aborto a missão de alugar o vestido maravilhoso que vi na internet. Solução: Consumo consciente e sustentável, recorro às amigas e peço tudo emprestado. O vestido é um vintage da mãe da amiga, 23 anos de existência mas esta LINDO! Levei na costureira, fiz alguns ajustes e ok… não. Não ok porque eu não provei e na semana do casamento descubro que ele ainda está folgado. Ok, sem pânico, a costureira arrumou de um dia pro outro. Acessórios verdes que eu não tinha foram emprestados por outra amiga que se compadeceu da minha situação financeira.

Paralelamente à isso: Carro com problema mecânico, ex-marido-melhor-amigo diz que é melhor não colocar o bixinho na estrada. Corre pra alugar um carro. Gastos não planejados, mas ok, a amiga só deve casar uma vez na vida. A gente se esforça e vai!

Vestido pronto, acessórios separados, me dei o direito de comprar o sapato, cabelo cortado, simbora pra Campinas casar a amiga!

Chegando lá, faz check-in no hotel e já deixa a diária paga: Mais cara do que me passaram por telefone. Questiona daqui, responde dali, nada feito. Paguei R$ 40,00 a mais. Isso faz diferença na minha vida gente, é sério.

Corta pro dia seguinte: Levantamos (estava dividindo quarto com uma amiga) tarde, descansamos a pele e fomos pro salão fazer aquele ritual todo de preparação… salão atrasa a cliente, cabeleireiro não finaliza com spray, eu fico aloka do horário, minha amiga começa a ficar tensa tbm, vou pro hotel e finalizo o cabelo sozinha com meu arsenal de produtos para dar volume-textura-cara-de-amassado-e-etc, volto, pego a amiga no salão, corremos pro casamento.

Ufa! Chegamos! Mas a noiva tbm já tinha entrado… droga! Corre, pega o elevador: O negócio abre direto na cerimônia, minha amiga me empurra pra sair porque eu fiquei meio paralisada de vergonha. Saio, topo numa luminária, já cheguei fazendo barulho, meu pé dói e as pessoas me olham.

Fico escondida na escada pedindo a Deus que ninguém mais perceba minha existência.

Corta pra festa: Aquela alegria em rever amigos de infância, piadas infames, memórias engraçadas, outras nem tanto… rs. Amor de adolescente ali, aquele pequeno constrangimento rolando…. a namorada dele me adorou, ficamos melhores amigas na festa, mas confesso que nem sei bem o que falei com a moça, tamanho era meu medo de cometer uma gafe!

Toma uma taça de champagne e se joga na pista! A amiga casou, está linda, radiante, feliz e isso é o que importa! Muda o foco.

O sapato novo tem o arranhão que me lembrará eternamente da entrada triunfal na cerimônia. O vestido ganhou um rasgo na emoção de dançar Anitta. A maquiagem durou a noite toda e o cabelo também.

Voltei pra casa falida, quebrada, desejando que nunca mais ninguém case – ou pelo menos não enquanto eu estiver nessa montanha russa financeira – e saudosa dos anos mais felizes e dramáticos da minha vida….

A adolescência foi pura emoção, regada à lágrimas, abraços calorosos, discussões desnecessárias, amores platônicos… mas certamente foram os melhores anos da minha vida! Rever as pessoas que fizeram parte dessa época me deixou feliz e pensativa sobre o que ainda resta daquela Carolzinha de 15 anos atrás… quase nada, ou muita coisa.

Depende do ponto de vista. E o fim-de-semana foi atrapalhado ou feliz… depende de como eu escolho ver.

O que não te desafia, não te transforma”.

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Agora entendo tudo de vinho! Ou pelo menos tento…. rs

5 de setembro de 2016
Moda

Euzinha, pessoa que cresceu numa igreja evangélica tradicional, demorei muito para começar a beber e apreciar de fato o sabor do álcool, rs. E diferente da maioria das pessoa, quando isso se deu, não foi na breja que eu me joguei… mas sim no vinho!

Meu primeiro namorado era 9 anos mais velho do que eu e já tinha passado da fase da cerveja, então com ele já fui aprendendo dicas de vinhos e acabei tomando gosto pela coisa. Depois casei e não tem nada mais programa de casal do que “sair pra jantar  e tomar um vinho”, então pensem se eu gosto de cerveja? Não! rs Mas vinho… tô sempre pronta! hehehe

Isso não significa que eu entenda tecnicamente e seja uma grande conhecedora, mas ao longo dos anos fui encontrando sabores que mais me agradassem… sem entender o motivo, mas ok.

Aí esses dias eu fui convidada com as meninas da Blog Together para uma degustação de vinhos no Restaurante Luigi (existe um quê de chiqueza nesse negócio, que em muito me lembra a formalidade do Direito), achei super legal poder conhecer mais sobre a bebida e entender o que faz a gente gostar de um e não de outro… e claro, vou dividir dicas rápidas aqui com vocês!

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